Psicoterapia psicanalítica em Porto Alegre e online

Há sentido no que você sente

Atendimento a adultos e adolescentes, com escuta cuidadosa e uma trajetória que une o consultório à pesquisa em saúde mental na UFRGS.

Carolina PadoanPsicóloga, CRP 07/14551
  • Psicóloga desde 2006Registro ativo no CRP 07, RS
  • Doutora pela UFRGSPsiquiatria e Ciências do Comportamento
  • Moinhos de VentoRua Padre Chagas, 147, sala 804
  • Presencial e onlineAdultos e adolescentes
Doutora em Psiquiatria e Ciências do Comportamento pela UFRGS Mestre em Ciências Médicas: Psiquiatria pela UFRGS Pesquisa junto ao Hospital de Clínicas de Porto Alegre Mais de 20 artigos científicos publicados Psicóloga desde 2006 Atendimento presencial e online
Carolina Padoan, psicóloga, sorrindo, de óculos e blusa verde
Carolina Padoan, psicóloga em Porto Alegre e online

Sobre mim

Escuta clínica e rigor de quem também pesquisa

Sou Carolina Stopinski Padoan, psicóloga clínica desde 2006 e psicoterapeuta de orientação psicanalítica.

Ao longo da minha formação, dividi o tempo entre o consultório e a pesquisa. Fiz mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria e Ciências do Comportamento da UFRGS, com estudos desenvolvidos junto ao Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Minha pesquisa de doutorado foi dedicada a famílias enlutadas após a perda de alguém por suicídio. Esse trabalho aprofundou meu olhar para o luto, para o trauma e para as maneiras como cada pessoa encontra, no seu próprio tempo, formas de seguir.

Minha pesquisa segue duas linhas que se complementam. Uma estuda o suicídio e seus efeitos: o impacto da perda nas famílias enlutadas, o trauma e a exposição ao suicídio, além de questões de bioética ligadas à doação de tecido para pesquisa. A outra investiga a própria psicoterapia psicodinâmica: a aliança terapêutica, a evolução ao longo do tratamento e o momento de encerrá-lo.

No consultório, parto de uma ideia simples: aquilo que nos faz sofrer tem uma história, e essa história pode ser escutada e compreendida. A psicoterapia é o lugar para isso, sem pressa, com ética e sigilo.

  1. 2021
    Doutorado em Psiquiatria e Ciências do Comportamento, UFRGSTese sobre experiências com a doação de tecido cerebral para pesquisa e o impacto do luto nas famílias após o suicídio.
  2. 2015
    Mestrado em Ciências Médicas: Psiquiatria, UFRGSPesquisa clínica em psicoterapia psicodinâmica, com estudos sobre a evolução inicial dos pacientes em tratamento.
  3. HCPA
    Pesquisa no Laboratório de Psiquiatria MolecularHospital de Clínicas de Porto Alegre, em parceria com a UFRGS.
  4. 2006
    Registro no Conselho Regional de PsicologiaCRP 07/14551, 7ª Região, Rio Grande do Sul.
  5. 2008
    Primeiros estudos em psicoterapia psicodinâmicaInício da trajetória que une a prática clínica à pesquisa.

Como posso ajudar

Formas de atendimento

Cada processo começa com uma conversa para entender o que você busca. A partir daí, combinamos juntos o formato mais adequado.

  • Psicoterapia para adultos

    Sessões individuais, presenciais ou online, para quem deseja compreender sentimentos, padrões que se repetem nos relacionamentos ou atravessar momentos de crise e mudança.

  • Atendimento a adolescentes

    Um espaço de escuta para as questões dessa fase, incluindo a vida nas redes e no mundo virtual. Os responsáveis participam das entrevistas iniciais e de encontros combinados ao longo do processo.

  • Luto e luto por suicídio

    Acompanhamento para quem perdeu alguém próximo, com atenção especial a familiares e amigos enlutados por suicídio, tema central da minha pesquisa de doutorado.

  • Trauma e estresse pós-traumático

    Cuidado para quem viveu situações traumáticas e convive com lembranças que invadem o dia a dia, sobressaltos, evitação ou a sensação de estar sempre em alerta.

  • Diagnóstico e doenças crônicas

    Apoio emocional para quem recebeu um diagnóstico difícil, convive com uma doença crônica ou percebe no corpo sintomas ligados ao que vive emocionalmente. Quando faz sentido, o trabalho é articulado com o médico que acompanha você.

  • Cuidado para profissionais de saúde

    Supervisão clínica e espaço de cuidado para psicólogos, psiquiatras, outros profissionais e estudantes da área da saúde, com atenção ao desgaste emocional, ao esgotamento e ao trauma vicário, temas que também estudei em pesquisa.

  • Palestras, aulas e pesquisa

    Aulas, palestras e colaboração em pesquisa sobre luto, posvenção do suicídio e saúde mental, para instituições, equipes e eventos.

Temas atendidos

Alguns dos temas que chegam ao consultório

Ansiedade Depressão Luto Trauma Relacionamentos Adolescência Diagnóstico de doenças Sintomas no corpo Crises e mudanças de vida Questões familiares Desgaste no trabalho Convivência com um diagnóstico psiquiátrico Autoconhecimento

Cada pessoa chega com uma história própria. Esta lista é apenas um ponto de partida: você não precisa saber nomear o que sente para procurar ajuda.

A mente pelo olhar da psicanálise

Nem tudo o que sentimos está à vista

Algumas ideias que ajudam a entender como a psicanálise pensa a vida psíquica. São modelos e metáforas para refletir, não diagnósticos.

Camadas da mente

Um mergulho abaixo da superfície

Consciente

O que está à vista

Pensamentos, percepções e decisões que conseguimos notar e nomear agora. É a ponta do iceberg: importante, mas pequena diante do todo.

Pré-consciente

Logo abaixo da linha d'água

Lembranças e ideias que não estão presentes neste momento, mas podem ser alcançadas com alguma atenção, como um nome que volta à memória.

Inconsciente

O que age sem ser visto

Desejos, medos e experiências afastados da consciência que, segundo Freud, continuam influenciando sentimentos, escolhas e sintomas. A psicoterapia ajuda a trazê-los aos poucos para a palavra.

A imagem do iceberg é uma metáfora muito usada para explicar o modelo de mente descrito por Freud.

Associação livre

Uma ideia puxa a outra

Na psicanálise, você é convidado(a) a falar o que vier à mente, sem filtro. Aos poucos, palavras que pareciam soltas revelam ligações: uma lembrança leva a um medo, que leva a um desejo, que ajuda a entender um sintoma.

Toque ou passe o mouse nas palavras para ver as conexões.

Mecanismos de defesa

Como a mente se protege

Diante da angústia, todos usamos formas automáticas de proteção. Elas não são defeitos: o problema surge quando ficam rígidas e passam a custar caro. Vire os cartões para ver exemplos do dia a dia.

Conceitos descritos por Sigmund Freud e sistematizados por Anna Freud em O ego e os mecanismos de defesa (1936). Mecanismos de defesa também foram tema de uma pesquisa da qual participei, publicada no Journal of the American Academy of Psychiatry and the Law (2020).

A abordagem psicanalítica

O que é

Olhar para o que não está totalmente à vista

A psicoterapia psicanalítica nasce da obra de Freud e foi ampliada por autores como Melanie Klein, Wilfred Bion, Donald Winnicott e Heinz Kohut. Ela parte da ideia de que boa parte do que sentimos e repetimos tem raízes que não estão totalmente conscientes.

O objetivo não é dar conselhos, mas ampliar a compreensão que você tem de si, para que possa fazer escolhas com mais liberdade.

Como funciona

A fala livre e a relação terapêutica

Nas sessões, você fala sobre o que vier à mente, sem precisar organizar antes. A própria relação com a terapeuta se torna um lugar de compreensão: o que se repete ali ajuda a entender o que se repete fora.

O ritmo é construído junto, sem roteiro fixo, respeitando o tempo de cada pessoa.

O que diz a pesquisa

Uma abordagem estudada pela ciência

Revisões publicadas em periódicos científicos indicam que a psicoterapia psicodinâmica tem eficácia comparável à de outras abordagens reconhecidas, com benefícios que tendem a se manter após o fim do tratamento. Cada processo é singular e não há promessa de resultado.

Parte da minha produção científica está nesse campo, com revisões sobre ensaios clínicos em psicoterapia psicanalítica e sobre a manutenção dos resultados após o fim do tratamento.

Shedler, J. (2010). The efficacy of psychodynamic psychotherapy. American Psychologist, 65(2).
Leichsenring, F. & Rabung, S. (2008). JAMA, 300(13).
Steinert, C. et al. (2017). American Journal of Psychiatry, 174(10).

Como funciona o atendimento

Do primeiro contato às sessões

  1. 1

    Primeiro contato

    Por WhatsApp ou e-mail. Conversamos sobre horários, modalidade e valores, sem compromisso.

  2. 2

    Entrevistas iniciais

    Os primeiros encontros servem para conhecer o que você busca e avaliarmos juntos se este é o trabalho adequado. Com adolescentes, incluem os responsáveis.

  3. 3

    Frequência e duração

    Sessões de cerca de 50 minutos, em geral semanais. A frequência é combinada e a duração do processo não é fixa.

  4. 4

    Presencial ou online

    No consultório em Porto Alegre ou por vídeo, em plataforma segura, com o mesmo cuidado ético e o mesmo sigilo.

Planos de saúde e reembolso

O atendimento é particular. Emito recibo ou nota fiscal para que você possa solicitar reembolso ao seu plano de saúde, conforme as regras do seu contrato. Os valores são informados no primeiro contato.

Acolhimento a enlutados

Para quem perdeu alguém por suicídio

A perda de alguém por suicídio costuma trazer, junto com a dor do luto, perguntas sem resposta, culpa, raiva e, muitas vezes, silêncio ao redor.

Essas reações são frequentes e merecem acolhimento, não julgamento. Falar sobre o que aconteceu, no seu tempo, pode ajudar a dar algum lugar para a dor.

Ofereço acompanhamento individual a familiares e pessoas próximas, apoiado em anos de pesquisa com famílias enlutadas. Também é possível conversar sobre como apoiar crianças e adolescentes da família nesse momento.

Saiba mais sobre o luto por suicídio

Produção científica

Pesquisa que informa a clínica

Mais de 20 trabalhos publicados como autora ou coautora, em parceria com pesquisadores da UFRGS e do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Filtre por tema para explorar.

  • 2026

    Exploring the experiences and impact of discovering the body at the site of suicide: a qualitative investigation

    Death Studies

    Experiências de familiares que encontraram a pessoa falecida no local do suicídio, a partir de entrevistas com 34 participantes.

    Ver o artigo
  • 2024

    A grounded theory on acceptance of diagnosis as a pathway to recovery in bipolar disorder

    Scientific Reports

    A aceitação do diagnóstico como parte do caminho de recuperação no transtorno bipolar.

    Ver o artigo
  • 2022

    A qualitative study exploring the process of postmortem brain tissue donation after suicide

    Scientific Reports

    Como famílias enlutadas vivem o pedido de doação de tecido cerebral para pesquisa e o que torna essa abordagem mais cuidadosa.

    Ver o artigo
  • 2021

    A qualitative study on traumatic experiences of suicide survivors

    OMEGA, Journal of Death and Dying

    Experiências traumáticas de 41 familiares e pessoas próximas enlutadas por suicídio.

    Ver o artigo
  • 2021

    Experiências com a doação de tecido cerebral humano para pesquisa e o impacto do luto nas famílias após o suicídio

    Tese de doutorado, UFRGS

    Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria e Ciências do Comportamento.

    Ler no LUME
  • 2020

    Countertransference, defense mechanisms, and vicarious trauma in work with sexual offenders

    Journal of the American Academy of Psychiatry and the Law

    Contratransferência, mecanismos de defesa e trauma vicário em 56 psiquiatras e psicólogos forenses.

    Ver o artigo
  • 2019

    Interaction structures in the psychodynamic psychotherapy of a patient with chronic diseases and somatic symptoms

    Trends in Psychiatry and Psychotherapy

    Padrões de interação entre paciente e terapeuta em uma psicoterapia psicodinâmica de longa duração.

    Ver o artigo
  • 2019

    What is the appropriate time to measure outcome and process factors in psychodynamic psychotherapy?

    Trends in Psychiatry and Psychotherapy

    Em que momentos avaliar a evolução e os resultados ao longo da psicoterapia psicodinâmica.

    Ver o artigo
  • 2019

    Case report on the multiple pathways to posttraumatic stress disorder following suicide

    Death Studies

    Como diferentes fatores podem se somar no desenvolvimento de estresse pós-traumático após a exposição a um suicídio.

    Ver o artigo
  • 2019

    Becoming a physician: a qualitative analysis of medical students' perspectives on their academic environment, well-being and mental health

    International Journal of Person Centered Medicine

    Ambiente acadêmico, bem-estar e saúde mental na perspectiva de estudantes de medicina.

    Ver o artigo
  • 2019

    Barriers and facilitators perceived by people with bipolar disorder for the practice of exercise: a qualitative study

    Trends in Psychiatry and Psychotherapy

    O que dificulta e o que favorece a prática de exercícios, segundo pessoas com transtorno bipolar.

    Ver o artigo
  • 2018

    Conceptual and technical aspects of psychoanalytic enactment: a systematic review

    British Journal of Psychotherapy

    Revisão sistemática sobre o conceito de enactment e seu uso na relação terapêutica.

    Ver o artigo
  • 2018

    Brazilian Portuguese translation, cross-cultural adaptation, and apparent validation of the Trauma and Attachment Belief Scale

    Trends in Psychiatry and Psychotherapy

    Adaptação para o português de um instrumento que avalia os efeitos psicológicos do trauma e do trauma vicário.

    Ver o artigo
  • 2017

    Estudos clínicos em psicoterapia psicodinâmica: uma revisão do follow-up das intervenções

    Contextos Clínicos

    Revisão sobre a manutenção dos resultados após o fim da psicoterapia psicodinâmica.

    Ver o artigo
  • 2017

    Frequency of brain tissue donation for research after suicide

    Revista Brasileira de Psiquiatria

    A participação de famílias enlutadas na doação de tecido cerebral para a pesquisa em saúde mental.

    Ver o artigo
  • 2017

    “Why throw away something useful?” Attitudes and opinions of people treated for bipolar disorder and their relatives on organ and tissue donation

    Cell and Tissue Banking

    Opiniões de pessoas em tratamento para transtorno bipolar e de seus familiares sobre a doação de órgãos e tecidos.

    Ver o artigo
  • 2016

    Research in psychoanalytic psychotherapy for adults: a systematic review of clinical trials

    Revisão sistemática

    Os ensaios clínicos em psicoterapia psicanalítica com adultos publicados entre 2008 e 2013.

    Ver o artigo
  • 2014

    Initial improvement in adult psychodynamic psychotherapy

    British Journal of Psychotherapy

    O que se associa à melhora nos primeiros seis meses de psicoterapia psicodinâmica.

    Ver o artigo
  • 2013

    Atitudes relacionadas ao consentimento para doação de órgãos e tecidos para pesquisa no Brasil

    Ciência & Saúde Coletiva

    Como as pessoas se posicionam sobre consentir com a doação de órgãos e tecidos para pesquisa.

    Ver o artigo
  • 2012

    Aderência à técnica na psicoterapia psicanalítica: estudo preliminar

    Jornal Brasileiro de Psiquiatria

    Estudo sobre a fidelidade à técnica na prática da psicoterapia psicanalítica.

    Ver o artigo
Perfil no ResearchGate Publicações no PubMed

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns antes de começar

Se a sua pergunta não estiver aqui, é só enviar uma mensagem.

Quanto custa e é possível usar o plano de saúde?

Os valores são informados no primeiro contato. O atendimento é particular, e emito recibo ou nota fiscal para que você solicite reembolso ao seu plano, de acordo com as regras do seu contrato.

Quanto tempo dura cada sessão?

Cerca de 50 minutos. A frequência, em geral semanal, é combinada conforme a necessidade de cada pessoa.

Por quanto tempo vou precisar fazer terapia?

Não existe um prazo fixo. A duração depende do que trouxe você até a terapia e de como o processo evolui. Esse tema pode ser conversado a qualquer momento, e a decisão de encerrar é construída em conjunto.

A terapia online é tão séria quanto a presencial?

Sim. O atendimento online é regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia e segue os mesmos princípios éticos e o mesmo sigilo do presencial. Para atender dessa forma, a psicóloga precisa ter cadastro aprovado na plataforma e-Psi do CFP.

Qual a diferença entre psicólogo, psiquiatra e psicanalista?

O psicólogo é formado em Psicologia e realiza psicoterapia e avaliação psicológica, sem prescrever medicamentos. O psiquiatra é médico, faz diagnóstico e pode prescrever medicação. Psicanalista é quem tem formação específica em psicanálise, que pode ser feita por psicólogos, médicos e outros profissionais. Muitas vezes, psicoterapia e acompanhamento psiquiátrico caminham juntos.

Preciso de encaminhamento médico?

Não. Você pode entrar em contato diretamente. Se fizer acompanhamento com outro profissional de saúde, podemos conversar sobre como articular os cuidados, sempre com a sua autorização.

Você atende adolescentes?

Sim. No atendimento a adolescentes, os responsáveis participam das entrevistas iniciais e de encontros combinados ao longo do processo, preservando o espaço de confiança do adolescente.

O que eu falar fica em sigilo?

Sim. O sigilo profissional é um dever previsto no Código de Ética Profissional do Psicólogo. As únicas exceções são as situações previstas no próprio Código, como risco grave à vida, e mesmo assim restritas ao estritamente necessário.

Posso mandar mensagem em um momento de crise?

O WhatsApp do consultório não é monitorado 24 horas e não é um serviço de emergência. Em situação de crise, ligue para o CVV no 188 (gratuito, 24 horas) ou para o SAMU no 192, ou procure o pronto atendimento mais próximo.

Contato

Vamos conversar?

Envie uma mensagem para saber sobre horários, valores e modalidades. A resposta é feita pessoalmente, em horário comercial.

Não é preciso contar detalhes sobre sua saúde aqui. Isso pode ser conversado com calma no primeiro encontro.

Este formulário não armazena seus dados: ele apenas monta a mensagem e abre o seu WhatsApp ou e-mail para você enviar.

LGPD, Lei nº 13.709/2018

Política de privacidade

Quem é responsável pelos dados

Carolina Stopinski Padoan, psicóloga, CRP 07/14551, é a controladora dos dados pessoais tratados por meio deste site e do atendimento. Contato: carolinaspadoan@gmail.com.

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Para que os dados são usados

Os dados enviados por você são usados apenas para responder ao contato e organizar o agendamento, com base no seu consentimento e em procedimentos preliminares solicitados por você (art. 7º, I e V, da LGPD). Informações de saúde compartilhadas durante o atendimento são tratadas para a tutela da saúde, por profissional de saúde (art. 11, II, f).

Sigilo profissional e registros

Tudo o que é conversado no atendimento é protegido pelo sigilo profissional previsto no Código de Ética Profissional do Psicólogo. Os registros do atendimento seguem as normas do Conselho Federal de Psicologia e são guardados com segurança pelo prazo mínimo de cinco anos.

Compartilhamento

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Seus direitos

Você pode pedir a confirmação e o acesso aos seus dados, a correção, a portabilidade, a eliminação de dados tratados com base no consentimento e a revogação desse consentimento (art. 18 da LGPD), ressalvadas as informações cuja guarda é obrigatória por lei ou por norma profissional. Para isso, basta escrever para o e-mail acima.

Última atualização: outubro de 2026.